BLOGELLERA

O WhatsApp é a porta de entrada das drogas.



A pandemia traz outros males, além das mortes pelo vírus.

Com as restrições de contato social, as pessoas estão acessando muito mais o celular e os computadores. O problema é que eles viciam. E, pós-pandemia, vai ser difícil reduzir esse vício.


Podemos, com isso, ter uma queda geral de produtividade, enfraquecimento das relações humanas. De acordo com um estudo publicado em 2018 por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coréia do Sul, a dependência pelo uso do celular é compatível ao uso de drogas.


O abuso produz alterações no cérebro, com reações e síndromes de abstinência semelhantes aos efeitos da cocaína.


Os aplicativos do celular são desenhados para atrair nossa atenção (o tempo todo) e nos tornar dependentes. E isso, segundo o pesquisador sul-coreano Byung-Chull Han, define o perigo à espreita: “Pode gerar uma atrofia no pensamento das pessoas”.


Um típico usuário de smartphone clica no celular 2500 vezes por dia, quase duas vezes por minuto. Esse patamar, já considerado como excessivo, e esse abuso produzem alterações químicas no cérebro.


Corremos o risco de virar fantasmas digitais, totalmente dependentes e reféns das redes e do marketing digitais. E como evitar esse destino?


A receita é tradicional: usar com moderação. Como fazia, por exemplo, Steve Jobs (1955 – 2011), fundador da Apple, que afirmou ao The New York Times sobre a relação dos filhos dele com a tecnologia: “Eu limito o tempo a que eles têm acesso”.


É certo que quem vende o produto sabe dos perigos que ele representa.


Eu já limitava o meu acesso às redes socias a duas horas por dia antes da pandemia; caso contrário, não sobra tempo para ler e poder analisar e criticar com autonomia os conteúdos e os meios viciantes.


Por isso, muito cuidado: Tudo começa com um aparentemente inofensivo aplicativo para envio de mensagens, que te oferecem totalmente “grátis”...

Ele é a porta de entrada para o vício (dos 4 aos 80).


Você vai querer sempre dar uma espiada, para verificar se tem alguém “falando” contigo. Quando você perceber pode estar fazendo lives de bom dia, boa noite e comprando um super ultra saca-rolhas elétrico.


Abraço do Ellera.

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